Caro Leitor:
Havendo de fato chegado a um momento determinante e que reclama novas resoluções, pareceu-me apropriado dedicar algumas palavras de despedida. Ainda que momentaneamente, penso ser ocasião oportuna para descansar o tinteiro e repousar a caneta. Desde 2008 tenho postado ideias e estudos neste BLOG, consagrado à honra e glória do Senhor, e não seria justo que simplesmente parasse de escrever sem um breve resumo.
Durante toda minha vida fui ensinado a não atribuir verdadeira confiança e credibilidade a qualquer outro lugar ou plenário além daquele onde é anunciado o nome do Senhor Jesus Cristo como Salvador. A igreja tem sido minha casa como herança e raiz através do saudoso Pastor e Avô José Pereira de Almeida. Desde menino estive vinculado ao serviço cristão, iniciado como músico aos 13 anos.
Por bondade e misericórdia fui achado digno de servir no santo ministério e até então tenho dedicado minhas forças na seara do Senhor, divididas com o trabalho secular. Durante os últimos anos sacrifiquei todos os meus interesses em prol dos interesses do Reino de Deus e da Igreja, conciliando com êxito o que parecia inconciliável.
Enfrentei todas as polêmicas com clareza e intrepidez. Conciliei e estendi a mão amiga. Palmilhei o caminho da honra e da seriedade. Com bravura e lealdade levantei o estandarte da unidade, da sinceridade, da ética, do respeito. Combati a hipocrisia e a rebeldia. Digo estandarte porque houve guerra. Sem dúvida houve. As armas que usaram contra mim foram emprestadas do maligno e estampavam covardia. Ignorei a indiferença e a ingratidão, pois todo o trabalho somente pode ser recompensado pelo dono da seara.
Assim tenho trabalhado. Ensinando, orando, jejuando, cantando, visitando, construindo, confortando, alegrando, partilhando, encorajando. Ora dirigindo uma de nossas congregações em Cascavel (Jd. Aclimação), ora auxiliando nosso amado Pastor Presidente (Antonio Batista Maia), ora contribuindo na Convenção Estadual - CIEADEP, e alegro-me muito do pouco que pude fazer até aqui.
Por decisão própria, espontânea, entendi que neste tempo não tenho a disponibilidade necessária para dirigir uma congregação. Essa decisão foi pessoal, juntamente com minha esposa. De nenhuma maneira fui constrangido ou sequer aconselhado a deixar essa posição.
Da mesma maneira, acredito que pouco possa contribuir com a CIEADEP na atual conjuntura. Fiz uma proposição inexitosa de ingressar na Mesa Diretora em 2012, buscando um novo modelo de administração e trato com os convencionais. Devo então, cumprir a promessa e me afastar do ativismo convencional que pouco motiva e traz muitas decepções.
Quanto as calúnias levantadas contra mim, nada mais me surpreende, e não me sinto com o infortúnio peso da culpa. Deus sabe. Não me compete explicar ou provar coisa alguma. Aqueles que me acusam e difamam é que deveriam fazê-lo. Não foi de minha boca qualquer palavra de escândalo ao povo cristão. Ainda neste tempo, cada qual colherá o mal que tem plantado.
O contexto ministerial em que me encontro parece um campo de guerra. Tenho colhido críticas ácidas e ataques pessoais. Se me sobrevinham intentos, planos e projetos, abdico de todos. Não ameaçando, certamente caminhos limpos e aplainados encontrarei. A guerra parece não ter fim e os meus recursos não são tão abundantes. Eis porque sacrifico todos os meus interesses.
Revendo o desempenho e os incidentes de meu ministério, estou seguro de não ter cometido erro intencional, de nunca buscar prejudicar qualquer um, embora seja muito consciente de meus defeitos, a partir do que julgo provável que eu tenha cometido erros. Quaisquer que eles tenham sido, suplico ardentemente ao Todo Poderoso que suavize os males que possam ter causado. Carrego comigo a esperança de que um dia seja escusado de qualquer culpa. Que um dia o Senhor seja indulgente em relação a mim, conhecendo minha fé e boa fé, meu senso de justiça e o amor que domina meu coração. Confio na bondade e na misericórdia que nos são prometidas e espero me reunir na mansão dos salvos com a dignidade e honestidade de meu trabalho.
Para a causa do nosso Mestre continuarei convertendo sempre meus melhores pensamentos. Minhas mãos continuam fortes. Se aceito continuar, ainda, é porque espero a minha redenção e a glória do Senhor. Deus nunca muda. A sua Palavra nunca mudará. Assim também minha fé é inabalável.
Gostaria de estreitar-vos, todos juntos, a meu coração.
A você, amigo leitor, meu muito obrigado. Deus te abençoe ricamente!
Havendo de fato chegado a um momento determinante e que reclama novas resoluções, pareceu-me apropriado dedicar algumas palavras de despedida. Ainda que momentaneamente, penso ser ocasião oportuna para descansar o tinteiro e repousar a caneta. Desde 2008 tenho postado ideias e estudos neste BLOG, consagrado à honra e glória do Senhor, e não seria justo que simplesmente parasse de escrever sem um breve resumo.
Durante toda minha vida fui ensinado a não atribuir verdadeira confiança e credibilidade a qualquer outro lugar ou plenário além daquele onde é anunciado o nome do Senhor Jesus Cristo como Salvador. A igreja tem sido minha casa como herança e raiz através do saudoso Pastor e Avô José Pereira de Almeida. Desde menino estive vinculado ao serviço cristão, iniciado como músico aos 13 anos.
Por bondade e misericórdia fui achado digno de servir no santo ministério e até então tenho dedicado minhas forças na seara do Senhor, divididas com o trabalho secular. Durante os últimos anos sacrifiquei todos os meus interesses em prol dos interesses do Reino de Deus e da Igreja, conciliando com êxito o que parecia inconciliável.
Enfrentei todas as polêmicas com clareza e intrepidez. Conciliei e estendi a mão amiga. Palmilhei o caminho da honra e da seriedade. Com bravura e lealdade levantei o estandarte da unidade, da sinceridade, da ética, do respeito. Combati a hipocrisia e a rebeldia. Digo estandarte porque houve guerra. Sem dúvida houve. As armas que usaram contra mim foram emprestadas do maligno e estampavam covardia. Ignorei a indiferença e a ingratidão, pois todo o trabalho somente pode ser recompensado pelo dono da seara.
Assim tenho trabalhado. Ensinando, orando, jejuando, cantando, visitando, construindo, confortando, alegrando, partilhando, encorajando. Ora dirigindo uma de nossas congregações em Cascavel (Jd. Aclimação), ora auxiliando nosso amado Pastor Presidente (Antonio Batista Maia), ora contribuindo na Convenção Estadual - CIEADEP, e alegro-me muito do pouco que pude fazer até aqui.
Por decisão própria, espontânea, entendi que neste tempo não tenho a disponibilidade necessária para dirigir uma congregação. Essa decisão foi pessoal, juntamente com minha esposa. De nenhuma maneira fui constrangido ou sequer aconselhado a deixar essa posição.
Da mesma maneira, acredito que pouco possa contribuir com a CIEADEP na atual conjuntura. Fiz uma proposição inexitosa de ingressar na Mesa Diretora em 2012, buscando um novo modelo de administração e trato com os convencionais. Devo então, cumprir a promessa e me afastar do ativismo convencional que pouco motiva e traz muitas decepções.
Quanto as calúnias levantadas contra mim, nada mais me surpreende, e não me sinto com o infortúnio peso da culpa. Deus sabe. Não me compete explicar ou provar coisa alguma. Aqueles que me acusam e difamam é que deveriam fazê-lo. Não foi de minha boca qualquer palavra de escândalo ao povo cristão. Ainda neste tempo, cada qual colherá o mal que tem plantado.
O contexto ministerial em que me encontro parece um campo de guerra. Tenho colhido críticas ácidas e ataques pessoais. Se me sobrevinham intentos, planos e projetos, abdico de todos. Não ameaçando, certamente caminhos limpos e aplainados encontrarei. A guerra parece não ter fim e os meus recursos não são tão abundantes. Eis porque sacrifico todos os meus interesses.
Revendo o desempenho e os incidentes de meu ministério, estou seguro de não ter cometido erro intencional, de nunca buscar prejudicar qualquer um, embora seja muito consciente de meus defeitos, a partir do que julgo provável que eu tenha cometido erros. Quaisquer que eles tenham sido, suplico ardentemente ao Todo Poderoso que suavize os males que possam ter causado. Carrego comigo a esperança de que um dia seja escusado de qualquer culpa. Que um dia o Senhor seja indulgente em relação a mim, conhecendo minha fé e boa fé, meu senso de justiça e o amor que domina meu coração. Confio na bondade e na misericórdia que nos são prometidas e espero me reunir na mansão dos salvos com a dignidade e honestidade de meu trabalho.
Para a causa do nosso Mestre continuarei convertendo sempre meus melhores pensamentos. Minhas mãos continuam fortes. Se aceito continuar, ainda, é porque espero a minha redenção e a glória do Senhor. Deus nunca muda. A sua Palavra nunca mudará. Assim também minha fé é inabalável.
Gostaria de estreitar-vos, todos juntos, a meu coração.
A você, amigo leitor, meu muito obrigado. Deus te abençoe ricamente!






